A Polícia Federal abriu concurso público para 566 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de nível médio e superior. Os salários vão de R$ 3.316,77 a R$ 5.081,18.
No site do Cespe/UnB, é possível ver o edital (acesse o edital).
Os cargos de nível superior são para administrador (curso superior de bacharelado em administração), arquivista (curso superior de bacharelado em arquivologia), assistente social (curso superior de bacharelado em serviço social), contador (curso superior de bacharelado em ciências contábeis e ou ciências atuariais), psicólogo (curso superior de bacharel em psicologia). Esses cargos têm salário de R$ 4.039,32.
Os outros cargos de nível superior são de engenheiro civil (curso de graduação de nível superior de bacharel em engenharia civil), engenheiro eletricista (curso de graduação de nível superior de bacharel em engenharia elétrica), engenheiro mecânico (curso de graduação de nível superior de bacharel em engenharia mecânica). Os cargos de engenheiro têm salário de R$ 5.081,18.
O cargo de nível médio é de agente administrativo. O salário é de R$ 3.316,77.
As 32 vagas de nível superior são para o Distrito Federal. As 534 vagas de nível médio são para todas as unidades da Federação – 274 são para o Distrito Federal.
As inscrições devem ser feitas pelo sitehttp://www.cespe.unb.br/concursos/dpf_13_administrativo de 1º a 23 de dezembro. As taxas são de R$ 60 para nível médio e de R$ 70 para nível superior.
A seleção será realizada em etapa única: provas objetivas para todos os cargos, prova discursiva para cargos de nível superior.
As provas objetivas e a prova discursiva para os cargos de nível superior terão a duração de 5 horas e serão aplicadas na data provável de 16 de fevereiro de 2014, no turno da manhã. As provas objetivas para os cargos de nível médio terão a duração de 4 horas e serão aplicadas na data provável de 16 de fevereiro de 2014, no turno da tarde.
Na data provável de 7 de fevereiro de 2014, será publicado no Diário Oficial da União e divulgado na internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/dpf_13_administrativo, edital que informará a disponibilização da consulta aos locais e aos horários de realização das provas.
As provas e a perícia médica serão realizadas no estado da Federação no qual o candidato optou pelo cargo.
As provas objetivas e a perícia médica dos candidatos que se declararam com deficiência, para os cargos de nível médio, serão realizadas nas 26 capitais dos estados da Federação e no Distrito Federal. As provas objetivas, a prova discursiva e a perícia médica dos candidatos que se declararam com deficiência, para os cargos de nível superior, serão realizadas somente em Brasília/DF.
As disciplinas de conhecimentos básicos para agente administrativo são língua portuguesa, noções de informática, raciocínio lógico, atualidades, noções de direito administrativo e noções de direito constitucional. As disciplinas de conhecimentos específicos são noções de administração pública, noções de administração financeira e orçamentária, noções de gestão de pessoas nas organizações, noções de administração de recursos materiais, noções de arquivologia e legislação aplicada à Polícia Federal.
FONTE: http://www.ac24horas.com/2013/11/21/policia-federal-abre-concurso-publico-para-566-vagas/
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
BANDA ESTREITA, LENTA E CARA
O Programa Nacional de Banda Larga, lançado há três anos pelo governo federal, prometia internet de 1 mega a 35 reais mensais. Hoje, com velocidade inferior e custo bem mais alto, não chegou à metade das cidades prometidas.
Se o governo federal fosse uma empresa privada, poderia ser alvo de uma ação por propaganda enganosa no Procon.
Seu Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado com foguetório há três anos, prometia oferecer internet rápida e barata para que os brasileiros das regiões mais pobres pudessem estudar, informar-se, divertir-se e movimentar a economia comprando pela rede.
Os objetivos seriam atingidos com a criação, a partir de trechos já existentes, de uma rede nacional de fibra óptica, a ser gerida pela Telebrás - a estatal de telecomunicações que foi reativada especialmente para dar vida ao programa.
O governo ofereceria a estrutura e abriria concessões para que operadoras de telefonia conquistassem novos clientes.
O anúncio oficial dizia que, até o fim de 2014, 40 milhões de pessoas, em 4 278 municípios de todos os estados do Brasil, poderiam contar com o serviço.
Na propaganda, uma maravilha. Na vida real, porém, nada saiu como o anunciado.
Passada mais da metade do prazo estipulado para a conclusão do plano, o governo descumpre todas as promessas que fez.
FONTE: VEJA
Se o governo federal fosse uma empresa privada, poderia ser alvo de uma ação por propaganda enganosa no Procon.
Seu Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado com foguetório há três anos, prometia oferecer internet rápida e barata para que os brasileiros das regiões mais pobres pudessem estudar, informar-se, divertir-se e movimentar a economia comprando pela rede.
Os objetivos seriam atingidos com a criação, a partir de trechos já existentes, de uma rede nacional de fibra óptica, a ser gerida pela Telebrás - a estatal de telecomunicações que foi reativada especialmente para dar vida ao programa.
O governo ofereceria a estrutura e abriria concessões para que operadoras de telefonia conquistassem novos clientes.
O anúncio oficial dizia que, até o fim de 2014, 40 milhões de pessoas, em 4 278 municípios de todos os estados do Brasil, poderiam contar com o serviço.
Na propaganda, uma maravilha. Na vida real, porém, nada saiu como o anunciado.
Passada mais da metade do prazo estipulado para a conclusão do plano, o governo descumpre todas as promessas que fez.
FONTE: VEJA
Embaixador da China vem conhecer economia do Acre
O embaixador da República Popular da China no Brasil, Li JinZhang, e comitiva composta por representante do Banco Chinês, investidores e empresários chineses visitarão o Acre nos próximos dias 11, 12 e 13 de novembro. A visita foi articulada pela deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB/AC). Segundo a parlamentar acreana, os chineses pretendem conhecer o potencial econômico do Acre, a base industrial acreana, as Áreas de Livre Comércio e a Zona de Processamento de Exportação.
Atendendo ao convite da deputada Perpétua Almeida, os chineses vão visitar as instalações do complexo de piscicultura, Cidade do Povo, indústrias madeireiras, indústria de preservativos, indústria de beneficiamento de castanha, e ainda vários diálogos com gestores estaduais e representantes da iniciativa privada.
“A visita do embaixador chinês ao Acre, com respectiva comitiva, é fruto de um convite que fiz ao governo chinês ano passado, quando visitei o país. Eles têm buscado fazer investimentos na Amazônia e se interessam pela facilidade de acesso aos portos do pacífico. Estou confiante que teremos bons resultados nessa visita e poderemos discutir a possibilidade de se construir boas parcerias”, afirmou a deputada.
O secretário de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis, Edvaldo Magalhães, que irá receber a comitiva e acompanhá-los nas visitas, destacou a importância do encontro com os chineses. “Essa visita é importante porque a China é um dos maiores investidores do mundo e também um importante importador de produtos do Brasil. E ter o Acre como ponto de visita, mostra que os investimentos em infraestrutura, como a estrada do pacífico (rodovia interoceânica), nossa produção e nossas indústrias chamam a atenção dos mesmos.”
Relações comerciais entre Brasil e China
A China hoje se configura como um dos maiores importadores do planeta formando com a Rússia, a Índia e o Brasil um bloco de países que mais têm crescido economicamente, o BRIC´s. A proximidade do Acre aos portos do Pacífico,via Transoceânica, é um dos principais pontos de interesse dos asiáticos, como ainda a busca de produtos florestais. O conhecimento do Zoneamento Econômico Ecológico, a vocação de produtos agroflorestais, a pecuária acreana e o forte incentivo à piscicultura têm chamado atenção dos investidores chineses.
No primeiro semestre de 2013, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, brasileiros e chineses movimentaram nas trocas comerciais mais de US$ 400 bilhões, 9% a mais que em comparação com o mesmo período de 2012. E a expectativa é excedam US$ 100 bilhões até o final do ano, como resultado da aproximação entre os dois países.
Além de ter superado os Estados Unidos como o principal parceiro comercial do Brasil, com uma troca que em 2011 alcançou US$ 77,1 bilhões, com um superávit de US$ 11,5 bilhões a favor do Brasil, a China também se tornou o maior investidor estrangeiro na maior economia latino-americana. Dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), diagnosticaram que Brasil e China foram os únicos países entre as 12 maiores economias do mundo que registraram, ao mesmo tempo, aumento das importações e redução das exportações no segundo trimestre de 2013.
FONTE: http://www.ac24horas.com
Atendendo ao convite da deputada Perpétua Almeida, os chineses vão visitar as instalações do complexo de piscicultura, Cidade do Povo, indústrias madeireiras, indústria de preservativos, indústria de beneficiamento de castanha, e ainda vários diálogos com gestores estaduais e representantes da iniciativa privada.
“A visita do embaixador chinês ao Acre, com respectiva comitiva, é fruto de um convite que fiz ao governo chinês ano passado, quando visitei o país. Eles têm buscado fazer investimentos na Amazônia e se interessam pela facilidade de acesso aos portos do pacífico. Estou confiante que teremos bons resultados nessa visita e poderemos discutir a possibilidade de se construir boas parcerias”, afirmou a deputada.
O secretário de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis, Edvaldo Magalhães, que irá receber a comitiva e acompanhá-los nas visitas, destacou a importância do encontro com os chineses. “Essa visita é importante porque a China é um dos maiores investidores do mundo e também um importante importador de produtos do Brasil. E ter o Acre como ponto de visita, mostra que os investimentos em infraestrutura, como a estrada do pacífico (rodovia interoceânica), nossa produção e nossas indústrias chamam a atenção dos mesmos.”
Relações comerciais entre Brasil e China
A China hoje se configura como um dos maiores importadores do planeta formando com a Rússia, a Índia e o Brasil um bloco de países que mais têm crescido economicamente, o BRIC´s. A proximidade do Acre aos portos do Pacífico,via Transoceânica, é um dos principais pontos de interesse dos asiáticos, como ainda a busca de produtos florestais. O conhecimento do Zoneamento Econômico Ecológico, a vocação de produtos agroflorestais, a pecuária acreana e o forte incentivo à piscicultura têm chamado atenção dos investidores chineses.
No primeiro semestre de 2013, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, brasileiros e chineses movimentaram nas trocas comerciais mais de US$ 400 bilhões, 9% a mais que em comparação com o mesmo período de 2012. E a expectativa é excedam US$ 100 bilhões até o final do ano, como resultado da aproximação entre os dois países.
Além de ter superado os Estados Unidos como o principal parceiro comercial do Brasil, com uma troca que em 2011 alcançou US$ 77,1 bilhões, com um superávit de US$ 11,5 bilhões a favor do Brasil, a China também se tornou o maior investidor estrangeiro na maior economia latino-americana. Dados da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), diagnosticaram que Brasil e China foram os únicos países entre as 12 maiores economias do mundo que registraram, ao mesmo tempo, aumento das importações e redução das exportações no segundo trimestre de 2013.
FONTE: http://www.ac24horas.com
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
AC tem a 4ª maior taxa tributária sobre micro e pequenas empresas, diz CNI
Relatório foi divulgado no último dia 19.
Sefaz diz que segue norma geral estabelecida.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou no último dia 19 o ranking das cargas tributárias aplicadas pelos estados brasileiros sobre as micro e pequenas empresas no ano de 2012. O Acre ficou em quarto lugar na lista dos estados com maior tributação sobre as empresas que participam do Simples Nacional.
Segundo o documento, o objetivo é identificar o tratamento tributário dado às micro e pequenas empresas nos estados; calcular a alíquota efetiva recolhida por elas; e identificar os locais com as melhores e as piores políticas tributárias. O estudo analisou 13 setores de atividades, divididos entre indústrias, comércios e serviços.
No Acre, a média de tributos ficou em 7,55% do faturamento das empresas, ficando à frente apenas dos estados do Amazonas (7,8%), Bahia (8,1%) e Mato Grosso, último do ranking com 8,6%. O estado mais bem avaliado foi o Paraná com 4,7%, índice abaixo até mesmo da alíquota efetiva média determinada pelo Simples Nacional, que é de 5,2%.
De acordo com o diretor de Administração Tributária da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), Francisco Ednaldo Vieira, o estado do Acre segue a norma geral estabelecida pela Lei nº 123/06, que criou o Simples Nacional. “Lançando o ICMS por diferencial de alíquota nas aquisições interestaduais, ficando o contribuinte na obrigação de recolher ainda um percentual sobre o faturamento mensal, que varia de 1, 25 a 3,95%”, disse.
Vieira explica ainda que toda substituição tributária está amparada nos Convênios e protocolos estabelecidos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
“O sublimite definido é R$ 1.240.000,00 anuais, informando que a Lei estabelece o teto de R$ 3.600.000,00. Existe no âmbito estadual, um decreto que concede desconto de 12% no pagamento das notificações para os contribuintes adimplentes, regra vedada aos contribuintes do Simples Nacional pela própria Lei nº 123/06. Contudo, existem estudos na Sefaz no sentido de melhorar o ambiente negocial das empresas do Simples Nacional, os quais serão oportunamente divulgados”, conclui o diretor.
Informação completa na pagina do G1.
FONTE: G1
Sefaz diz que segue norma geral estabelecida.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou no último dia 19 o ranking das cargas tributárias aplicadas pelos estados brasileiros sobre as micro e pequenas empresas no ano de 2012. O Acre ficou em quarto lugar na lista dos estados com maior tributação sobre as empresas que participam do Simples Nacional.
No Acre, a média de tributos ficou em 7,55% do faturamento das empresas, ficando à frente apenas dos estados do Amazonas (7,8%), Bahia (8,1%) e Mato Grosso, último do ranking com 8,6%. O estado mais bem avaliado foi o Paraná com 4,7%, índice abaixo até mesmo da alíquota efetiva média determinada pelo Simples Nacional, que é de 5,2%.
De acordo com o diretor de Administração Tributária da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), Francisco Ednaldo Vieira, o estado do Acre segue a norma geral estabelecida pela Lei nº 123/06, que criou o Simples Nacional. “Lançando o ICMS por diferencial de alíquota nas aquisições interestaduais, ficando o contribuinte na obrigação de recolher ainda um percentual sobre o faturamento mensal, que varia de 1, 25 a 3,95%”, disse.
Vieira explica ainda que toda substituição tributária está amparada nos Convênios e protocolos estabelecidos pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
“O sublimite definido é R$ 1.240.000,00 anuais, informando que a Lei estabelece o teto de R$ 3.600.000,00. Existe no âmbito estadual, um decreto que concede desconto de 12% no pagamento das notificações para os contribuintes adimplentes, regra vedada aos contribuintes do Simples Nacional pela própria Lei nº 123/06. Contudo, existem estudos na Sefaz no sentido de melhorar o ambiente negocial das empresas do Simples Nacional, os quais serão oportunamente divulgados”, conclui o diretor.
Informação completa na pagina do G1.
FONTE: G1
JORDÃO: IFAC convida a comunidade para Elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional

O Reitor Pro Tempore do Instituto de Educação, Ciências e Tecnologia do Acre (IFAC), Prof. Breno Carrillo Silveira, convida toda a comunidade para participar da Oficina de Elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), para o período de 2014-2018.
Data: 26 de setembro de 2013.
Horário: 19h00min
Local: Auditório do Centro de Cultura e Florestania
FONTE: BLOG FALA JORDÃO.
Lei Maria da Penha não reduziu morte de mulheres por violência, diz Ipea
Instituto divulgou dados inéditos sobre violência contra a mulher no país.
Crimes são geralmente praticados por parceiros ou ex-parceiros, diz estudo.
A Lei Maria da Penha, que entrou em vigor em 2006 para combater a violência contra a mulher, não teve impacto no número de mortes por esse tipo de agressão, segundo o estudo “Violência contra a mulher: feminicídios no Brasil”, divulgado nesta quarta-feira (24) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O Ipea apresentou uma nova estimativa sobre mortes de mulheres em razão de violência doméstica com base em dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.
Conforme o Ipea, houve apenas um “sutil decréscimo da taxa no ano 2007, imediatamente após a vigência da lei”, mas depois a taxa voltou a crescer.
O instituto estima que teriam ocorrido no país 5,82 óbitos para cada 100 mil mulheres entre 2009 e 2011. "Em média ocorrem 5.664 mortes de mulheres por causas violentas a cada ano, 472 a cada mês, 15,52 a cada dia, ou uma a cada hora e meia”, diz o estudo.
taxas de feminicídios por 100 mil mulheres, entre 2009 e 2011.
| Nordeste | 6,9 |
| Centro-Oeste | 6,86 |
| Norte | 6,42 |
| Sudeste | 5,14 |
| Sul | 5,08 |
| Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). | |
Perfil das vítimas
Segundo o estudo do Ipea, mulheres jovens foram as principais vítimas --31% na faixa etária de 20 a 29 anos e 23% de 30 a 39 anos.
Mais da metade dos óbitos (54%) foi de mulheres de 20 a 39 anos, e a maioria (31%) ocorreu em via pública, contra 29% em domicílio e 25% em hospital ou outro estabelecimento de saúde.
A maior parte das vítimas era negra (61%), principalmente nas regiões Nordeste (87% das mortes de mulheres), Norte (83%) e Centro-Oeste (68%). A maioria também tinha baixa escolaridade (48% das com 15 ou mais anos de idade tinham até 8 anos de estudo).
As regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte concentram esse tipo de morte com taxas de, respectivamente, 6,90, 6,86 e 6,42 óbitos por 100 mil mulheres. Nos estados, as maiores taxas estão no Espírito Santo (11,24), Bahia (9,08), Alagoas (8,84), Roraima (8,51) e Pernambuco (7,81). As taxas mais baixas estão no Piauí (2,71), Santa Catarina (3,28) e São Paulo (3,74).
Ao todo, 50% dos feminicídios envolveram o uso de armas de fogo e 34%, de instrumento perfurante, cortante ou contundente. Enforcamento ou sufocação foi registrado em 6% dos óbitos.
Em outros 3% das mortes foram registrados maus-tratos, agressão por meio de força corporal, força física, violência sexual, negligência, abandono e outras síndromes, como abuso sexual, crueldade mental e tortura.
“A magnitude dos feminicídios foi elevada em todas as regiões e estados. (...) Essa situação é preocupante, uma vez que os feminicídios são eventos completamente evitáveis, que abreviam as vidas de muitas mulheres jovens, causando perdas inestimáveis, além de consequências potencialmente adversas para as crianças, para as famílias e para a sociedade”, conclui o estudo.
FONTE
Seis dos municípios mais pobres do país não aderem ao Mais Médicos
Falha Em Jordão, no Acre, também houve problema na inscrição, segundo o secretário de Saúde, Antônio Cleidinei da Silva Castro. No município, 58% dos domicílios não tem acesso a energia elétrica e quase 70% está na linha da pobreza.
“Mandei vários e-mails. Tenho até número de protocolo. Foi um problema no ministério, liguei no 136, mas até agora nada. Aqui a internet, telefone, é muito ruim. Mas vamos tentar entrar na próxima chamada”, afirma Castro.
Segundo o secretário, há postos de atendimento suficientes, mas o salário de R$ 8 mil, pagos pelo município, não atrai os profissionais. “Precisamos de dois médicos. Temos dois, mas um pediu aviso prévio. Eles falam que têm propostas maiores em outros municípios. A gente fica dependendo de favor deles”, diz.
São 6.577 habitantes, mais da metade na zona rural. “Nossa esperança é conseguir aderir por pelo menos mais um médico. Se não der certo na próxima, tem que correr atrás. Se não convencer, procura outro. Não pode é parar o serviço”, afirma o secretário, que vai tentar nova inscrição na próxima fase.
Para os gestores, seria preciso uma contrapartida maior para que mais médicos pudessem ser contratados. “Nossas unidades estão sendo reformadas com recurso do Ministério da Saúde, mas ainda é muito pouco para ter medicamento, equipamentos. O programa não resolve. É uma medida emergencial que precisa ser complementada com outras ações, em curto médio e longo prazo”, avalia Junior.
"Já foram investidos R$ 22,3 milhões para obras em 95 unidades de saúde e R$ 6,8 milhões para compra de equipamentos para 91 unidades. Também foram aplicados R$ 5,9 milhões para construção de 3 UPAs e R$ 70,1 milhões para reforma/construção de 18 hospitais", diz o Ministério da Saúde.
FONTE: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/09/seis-dos-municipios-mais-pobres-do-pais-nao-aderem-ao-mais-medicos.html
Segundo o secretário, há postos de atendimento suficientes, mas o salário de R$ 8 mil, pagos pelo município, não atrai os profissionais. “Precisamos de dois médicos. Temos dois, mas um pediu aviso prévio. Eles falam que têm propostas maiores em outros municípios. A gente fica dependendo de favor deles”, diz.
São 6.577 habitantes, mais da metade na zona rural. “Nossa esperança é conseguir aderir por pelo menos mais um médico. Se não der certo na próxima, tem que correr atrás. Se não convencer, procura outro. Não pode é parar o serviço”, afirma o secretário, que vai tentar nova inscrição na próxima fase.
Para os gestores, seria preciso uma contrapartida maior para que mais médicos pudessem ser contratados. “Nossas unidades estão sendo reformadas com recurso do Ministério da Saúde, mas ainda é muito pouco para ter medicamento, equipamentos. O programa não resolve. É uma medida emergencial que precisa ser complementada com outras ações, em curto médio e longo prazo”, avalia Junior.
"Já foram investidos R$ 22,3 milhões para obras em 95 unidades de saúde e R$ 6,8 milhões para compra de equipamentos para 91 unidades. Também foram aplicados R$ 5,9 milhões para construção de 3 UPAs e R$ 70,1 milhões para reforma/construção de 18 hospitais", diz o Ministério da Saúde.
FONTE: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/09/seis-dos-municipios-mais-pobres-do-pais-nao-aderem-ao-mais-medicos.html
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