domingo, 16 de setembro de 2012

IMAGEM DO DIA

Natanael e José Venâncio  

Presidente da Federação Nacional dos Engenheiros diz que Cidade do Povo deve ser exemplo no país


O governador Tião Viana recebeu na tarde desta quinta-feira, 13, o presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, para uma breve apresentação do projeto da Cidade do Povo. Na ocasião foi assinado um termo de parceria entre a instituição e o Governo do Estado.
O governador Tião Viana recebeu na tarde desta quinta-feira, 13, o presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, para uma breve apresentação do projeto da Cidade do Povo (Foto: Sérgio Vale/Secom)
O governador Tião Viana recebeu na tarde desta quinta-feira, 13, o presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, para uma breve apresentação do projeto da Cidade do Povo (Foto: Sérgio Vale/Secom)










O presidente da FNE declarou que não há, no Brasil, projeto similar ao da Cidade do Povo e o classificou como formidável. Murilo Celso de Campos disse ainda que esta iniciativa precisa ser espalhada pelo país e neste aspecto a Federação Nacional dos Engenheiros será porta-voz desta proposta de infraestrutura habitacional inovadora.
“O Governo do Estado e sua equipe está de parabéns por essa visão voltada para habitação e, de fato, pela busca da melhoria de vida do povo acreano. Falo pela defesa técnica, não por uma visão política. Este é um projeto do interesse da engenharia”, declarou Murilo Celso de Campos.
Tião Viana agradeceu o apoio que recebeu da FNE e frisou que parcerias técnicas como a firmada com a entidade são importantes para o desenvolvimento do Estado. Tião observou que com este projeto o Estado vai tirar famílias que vivem em áreas de riscos e colocando-as em uma área com toda infraestrutura adequada para moradia.
Nesta sexta-feira, 14, o secretário de Obras do Estado, Wolvenar Camargo, fará uma apresentação detalhada de toda a infraestrutura da Cidade do Povo a equipe da Federação Nacional dos Engenheiros que inclui, além do presidente, os diretores Flávio Brízida e Fernando Palmezan e o assessor jurídico Jonas de Castro.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

País supera metas do Ideb no ensino fundamental e iguala no médio




Ideb 2011 (Foto: Editoria de Arte/G1)
O Brasil superou as metas na educação propostas pelo Ministério da Educação (MEC) para serem alcançadas em 2011 nos dois ciclos do ensino fundamental (de 1º ao 5º ano e do 6º ao 9º ano), mas apenas igualou a meta projetada para o ensino médio, de acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado nesta terça-feira, 14 (veja gráfico ao lado).
Mas os resultados são muito desiguais considerando municípios e escolas individualmente: 39% dos municípios e44,2% das escolas estão abaixo da meta.
O Ideb é um indicador geral da educação nas redes privada e pública. Foi criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e leva em conta dois fatores que interferem na qualidade da educação: rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e médias de desempenho na Prova Brasil.
Assim, para que o Ideb de uma escola ou rede cresça é preciso que o aluno aprenda, não repita o ano e frequente a sala de aula.
A Prova Brasil avalia o desempenho de estudantes em língua portuguesa e matemática no final dos ciclos do ensino fundamental, de 4ª série (5º ano) e 8ª série (9º ano), e no terceiro ano do ensino médio.
Em 2011, os estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental - 4ª série (5º ano) - tiveram 5,0 pontos. A meta era de 4,6, um índice que o país já havia obtido na avaliação anterior, em 2009.
Estudantes dos anos finais do ensino fundamental - 8ª série (9º ano) - tiveram 4,1 pontos em 2011. A meta era de 3,9, também uma marca obtida há dois anos.
Ensino médioAlunos do ensino médio tiveram o pior desempenho e crescem no ritmo mais baixo. Em 2011, eles alcançaram a meta projetada de 3,7 pontos. Nesta fase, o crescimento tem sido lento: em 2005 foi 3,4, em 2007 teve 3,5; em 2009, a nota foi de 3,6.
A distância da nota do Ideb nos anos iniciais em 2011 ficou quase três vezes maior em relação ao ensino médio na comparação com o primeiro ano do índice, em 2005. O ministro da Educação, Aloízio Mercadante, reconhece que o ensino médio apresenta problemas e preocupa o governo. "Temos 13 disciplinas obrigatórias no ensino médio da rede publica. É uma sobrecarga muito grande para o estudante. Não contribui para ter foco nas essenciais: português, matemática e ciências. Outro problema é a parcela significativa de alunos matriculados no curso noturno", avalia Mercadante.
Para Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, a discrepância entre os níveis de ensino refletem a falta de visão sistêmica do Brasil. "O governo acaba fazendo aposta na criança nesse momento inicial da aprendizagem, que é um momento decisivo de fato, mas ela não é seguida nos anos finais e no ensino médio. Esse é o principal motivo de a gente ter uma queda de rendimento", explicou.
Segundo ele, essa tendência tem sido vista na política educacional nos últimos quatro anos. "Você tem uma forte centralização da preocupação com a avaliação, na pressão sobre a gestão, e vai abandonando os demais ciclos".
O objetivo estabelecido pelo MEC quando criou o índice, em 2007, foi que todas as séries atinjam níveis educacionais de países desenvolvidos até a divulgação do índice em 2022. As metas, que fazem parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), para alunos dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano) é chegar a 6 pontos; para alunos dos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) é de 5,5 pontos e para o ensino médio é de 5,2 pontos. A escala vai de 0 a 10.
Nos anos finais do ensino fundamental, considerando todas as redes de ensino (pública e privada), sete estados não alcançaram a meta projetada para 2011: Amapá, Espírito Santo, Pará, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Sergipe. Considerando apenas a rede pública, seis estados ficaram a abaixo da meta: Alagoas, Amapá, Pará, Rio Grande do Sul, Roraima e Sergipe.
Nordeste com piores índices 
O Nordeste concentra os índices mais baixos do Ideb nos anos finais do ensino fundamental. A média na região é de 3,5 pontos, acima da meta projetada de 3,3 pontos. Alagoas tem a pior marca do país, com 2,9 pontos, mesmo índice registrado em 2009. Sergipe e Bahia obtiveram 3,3 pontos, mas a meta para os sergipanos era 3,5, enquanto que para os baianos era de 3,2 pontos. Entre os estados do Nordeste, destaque para Ceará, com 4,2 pontos, muito acima da meta projetada de 3,6 pontos.
Amazonas cresce no Norte
Amazonas obteve crescimento no Ideb, passando 3,5 em 2009 para 3,8 em 2011, quando a meta era de 3,2. O Ideb do Pará também cresceu, de 3,4 para 3,7, mais ficou abaixo da meta de 3,8 pontos. O maior índice da região Norte é do Acre: 3,2 pontos. O Ideb da região Norte é de 3,8 pontos.
Sudeste tem maior média
A região com maior Ideb do país é a Sudeste, com 4,5 pontos. São Paulo (4,7), Minas Gerais (4,6) e Rio de Janeiro (4,2) superaram as suas metas, enquanto que o Espírito Santo (4,2) ficou abaixo da meta projetada pelo MEC.
Santa Catarina é destaque 
O Ideb da região Sul  é de 4,3, dentro da meta projetada. Santa Catarina, com 4,9 pontos, obteve a maior média do pais. Sua meta era 4,7 pontos. Rio Grande do Sul, com 4,1 pontos, ficou abaixo da média, de 4,3 pontos.
Mato Grosso muito acima da meta
No Centro-Oeste, o Mato Grosso obteve 4,5 pontos no final do ensino fundamental, superando em um ponto a meta de 3,5. As demais unidades da federação (Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul) também superaram suas metas. O Ideb de região foi de 4,3 pontos.

sábado, 11 de agosto de 2012

POLÍTICA: Multidão avermelhada recepciona Bibiu Aragão com grande caminhada


Os dirigentes e militantes da Frente Popular de Jordão-Acre realizaram nesta sexta-feira (10 de agosto) ás 17h00min uma grande caminhada para recepcionar o candidato a vice-prefeito Bibiu Aragão (PT).

A caminhada teve início em frente a Cerâmica no ramal Jordão/Murú e percorreu a cidade até o Comitê de Campanha da Frente Popular de Jordão, localizado na Avenida Francisco Dias.

Chegando ao Comitê, Bibiu agradeceu o apoio da população na caminhada, disse que não aguardava uma manifestação tão bonita e afirmou que a vitória está próxima.

Confira mais imagens.














quarta-feira, 25 de julho de 2012

“A oposição não tem projeto para o Acre”


Por Archibaldo Antunes
Os anos de militância na oposição foram fundamentais para que o professor Carlos Augusto Coêlho de Farias, 49 anos, pudesse estabelecer nítidas diferenças entre a Frente Popular do Acre e a oposição, capitaneada pelo senador Sérgio Petecão, os deputados federais Marcio Bittar e Flaviano Melo e pelo candidato tucano à Prefeitura da Capital, Tião Bocalom. A principal delas, afirma, é que a FPA, mesmo com a necessidade de reformular alguns planos e metas após mais de uma década de poder, apresenta a grande vantagem de possuir um projeto para o Estado. Enquanto isso, diz ele, a oposição passa os anos a se consumir na fogueira das vaidades e na guerra dos projetos pessoais.
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NOVO secretário-geral do PEN, Coêlho afirma que na oposição tentou realizar seminários, mas não viu interesse das
lideranças em debater os problemas do Acre
Coêlho foi recentemente nomeado para o cargo de secretário-geral do PEN (Partido Ecológico Nacional), que no Acre é comandado pelo deputado estadual Astério Moreira. No plano profissional, ele se empenha na consolidação da empresa que acaba de montar com o filho Tacio Farias. O novo empreendimento vai atuar no mercado oferecendo assessoria e consultoria política, além de capacitação profissional.
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SENADOR do PSD já não é o mesmo
de antes: “O poder lhe subiu à cabeça”
Servidor da Assembleia Legislativa há 32 anos, primeiro-suplente de senador, casado, pais de filhos, Coêlho diz que o convite para integrar o PEN como secretário-geral é um reconhecimento às campanhas que coordenou e à longa trajetória de militância no PMN, como fiel escudeiro do agora senador Sérgio Petecão. Rompidos há oito meses, os dois não se falam desde então. Sobre Petecão, o professor afirma que o “poder lhe subiu à cabeça”.

A seguir a entrevista que Coêlho concedeu na tarde de ontem, em uma livraria do centro de Rio Branco:

Vamos começar pelo por que da sua guinada política…
Coêlho – Militei no PMN desde 1999, quando o partido estava na Frente Popular. Exerci o cargo de vice-presidente e secretário geral. Trabalhamos na campanha do [prefeito Raimundo] Angelim e do [ex-governador] Binho [Marques]. Em 2006 o PMN tomou a decisão de ir para a oposição e nós acompanhamos o Petecão, que em 2008 foi candidato a deputado federal. Depois de eleito senador, houve nosso rompimento político, o afastamento por parte dele. Há oito meses que não recebo um telefonema dele.

O que houve entre vocês?

Eu tinha muito respeito pelo Petecão. Coordenei todas as campanhas dele. Tenho facilidade para fazer leitura do contexto político, de mobilizar, de agregar, de me comunicar com as pessoas. Mas meu maior capital político chama-se lealdade. Sempre agi com lealdade em todas as causas que abracei. Mas depois da eleição para senador, Petecão me fez uma acusação que não pude suportar porque tenho dignidade e amor próprio.

Que acusação foi essa?

Ele veio me dizer que eu estava orquestrando um dossiê contra ele. Era uma acusação baseada no disse me disse, na fofoca. Quem me conhece sabe o que fiz pelo Petecão. E para mim, se uma relação não tem respeito e confiança, não faz mais sentido.

Como o senhor avalia a atuação dele no Senado?

Petecão sempre foi um homem popular, o que mudou muito. Ele sempre deu atenção às pessoas, mas cheguei a ver ele, depois de eleito senador, destratar alguns eleitores antigos, não dar atenção a eles. O poder lhe subiu à cabeça. Ninguém votou no Petecão achando que ele apresentaria um projeto extraordinário no Senado, que faria um mandato voltado às grandes questões socioeconômicas, políticas ou culturais do Acre. Quem votou nele sabia que ele é uma pessoa limitada.

Vamos voltar à sua experiência na oposição. O que foi possível aprender com ela?

Ante as argumentações da Frente Popular de que a oposição não tem projeto, eu tentei, dentro dos meus conhecimentos, mobilizar as lideranças de oposição para um seminário para discutir, ouvir a sociedade civil organizada no sentido de definirmos políticas públicas. Tentei fazer isso, mas não consegui. Desconheço um projeto da oposição para o Acre, seja para o governo estadual ou pros municípios. O que existe é o pensamento de algumas pessoas, casos isolados, sem discussão. E a minha intenção era justamente fazer esse trabalho, ouvindo a sociedade.

E por que não foi possível construir um projeto alternativo ao da Frente Popular?

Não percebi nenhum interesse, esse tempo todo, em definir metas e prioridades, em buscar junto à sociedade uma maneira diferente de fazer política. Houve resistência por parte de algumas pessoas. Não sei nem dizer o motivo. Quando se tem visão e se quer desenvolver o Estado, o certo é ter compromisso político, com mais eficácia, com mais veemência. Agora, se você é candidato uma, duas, três, quatro, cinco vezes e não sabe aonde quer chegar… Eu vi que não havia preocupação de onde chegar com o projeto. Percebi muito nitidamente a preocupação individual, cada qual pensando apenas em si mesmo. E a prova é tamanha que não conseguiram, nas eleições deste ano, unir os partidos de oposição em torno de uma única candidatura.

E sobre este mesmo assunto, o que o senhor tem a dizer sobre a Frente Popular?

A Frente Popular tem um projeto. Existem falhas, é verdade. Se faz necessário ajustar algumas coisas de acordo com o contexto social em que vivemos, mas a Frente Popular, ao contrário da oposição, tem projeto para o Acre.

Por que, afinal de contas, os caciques da oposição não se entendem?

Além dos interesses pessoais conflitantes, e do desejo de ocupar os espaços políticos, eu percebo que a eleição de 2014 é um fator determinante [para o desentendimento]. O PSDB tem, de um lado, o Marcio Bittar querendo ser candidato ao governo, e por isso ele assumiu o diretório regional do partido, abrindo mão de disputar a prefeitura. Do outro lado o Petecão se juntou ao Flaviano, e iniciaram um namoro político com o [deputado federal] Gladson [Cameli], o que não foi muito longe porque o PP se juntou ao PSDB na capital, o que espatifou um pouco nos municípios. Flaviano quer ser candidato ao Senado, como Gladson também quer. E Petecão sonha disputar o governo. Ninguém na oposição abre mão dos projetos particulares.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Grupo de investidores vem estudar potencial acreano para em desenvolvimento sustentável


Os investidores estão em Rio Branco para discutir projetos sustentáveis e conhecer em loco algumas iniciativas acreanos e foram recebidos nesta sexta-feira, 13, pelo governador Tião Viana (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Investidores estão em Rio Branco para discutir projetos sustentáveis e conhecer algumas iniciativas acreanas. Foram recebidos nesta sexta-feira, 13, pelo governador Tião Viana (Foto: Sérgio Vale/Secom)













A segurança institucional que o Acre oferece aos investidores e à política ambiental reconhecida mundialmente que o Estado tem desenvolvido nos últimos 14 anos foram os fatores que chamaram a atenção do Grupo Orsa, um dos maiores grupos de manejo florestal e reflorestamento do Brasil. Os investidores estão em Rio Branco para discutir projetos sustentáveis e conhecer in loco algumas iniciativas acreanas.
O senador Jorge Viana e o secretário adjunto de Desenvolvimento Florestal, Indústria e Comércio (Sedens), Fábio Vaz, acompanham a agenda dos investidores, que se reuniram na tarde desta sexta-feira, 13, com o governador Tião Viana.  “Todo o trabalho que o governador e seus antecessores fizeram começa a dar frutos agora. O trabalho desenvolvido aqui, caso os negócios que estamos estudando se viabilizem, vai atrair muitos investidores para o Estado”, disse Eric Bettelheim, do Grupo Floresta, criado por investidores privados voltados para programas de carbono florestal, que também integra o grupo que está no Acre para discutir novos investimentos.
O senador Jorge Viana acompanha a agenda dos investidores, que se reuniram na tarde desta sexta-feira, 13, com o governador Tião Viana (Foto: Sérgio Vale/Secom)
O senador Jorge Viana acompanha a agenda dos investidores, que se reuniram na tarde desta sexta-feira, 13, com o governador Tião Viana (Foto: Sérgio Vale/Secom)














O presidente do Grupo Orsa, Sérgio Amaroso, estuda uma proposta de unir as grandes madeireiras da Amazônia numa única companhia brasileira para ganhar força nas negociações com o mercado internacional e garantir o melhor preço nos produtos. “Estamos de olho no Acre há algum tempo e temos acompanhado os projetos do Estado, que tem uma segurança institucional e uma trajetória que nos fazem pensar em projetos de longo prazo”, disse. Também estão sendo discutidas outras ações de desenvolvimento sustentável e fontes de energia limpa.
“Estamos discutindo investimentos para o setor e o potencial florestal acreano. O Grupo Orsa é o maior manejador de madeira sustentável no Brasil, e o que está faltando para o Acre são investimentos do setor privado porque o governo já organizou tudo, já criou uma política ambiental, fez sua parte em infraestrutura”, disse o senador Jorge Viana.
Sobre os grupos Orsa e Floresta
O Grupo Floresta de empresas foi criado em 2010 por investidores privados para projetar, financiar e desenvolver dois programas maiores do mundo de carbono florestal - um na Indonésia e outro no Brasil. O objetivo é demonstrar que o investimento do setor privado pode melhorar a vida local, conservar serviços ambientais florestais e atingir retornos atraentes por meio de uma abordagem integrada que liga silvicultura comercial, energia de biomassa, melhoria da agricultura e de créditos de carbono e deslocamentos.
A Orsa Florestal desenvolve, desde 2003, o manejo florestal sustentável com espécies nativas da Floresta Amazônica. Para tanto, utiliza o sistema de “Colheita de Baixo Impacto”, que tem como característica principal o planejamento detalhado das atividades de colheita florestal. Este visa a extração da madeira nativa com a máxima eficiência e segurança e com o menor impacto ambiental possível. Fundada em 2003 e com sede na região do Vale do Jari, no Pará, tornou-se referência global pelo desenvolvimento do manejo florestal sustentável em 545 mil hectares da Amazônia, onde são aplicadas técnicas de baixo impacto que permitem conciliar o uso da floresta com sua preservação.