segunda-feira, 12 de agosto de 2013

JORDÃO: Governo incentiva a produção de mel nas aldeias do município

O Governo do Estado do Acre em parceria com a Prefeitura de Jordão está levando para as Aldeias do município uma nova alternativa de renda para as famílias Kaxinawá através da apicultura. 
O projeto já existe em vários municípios do Acre e do Brasil chegando agora ao Jordão e iniciando pelas as aldeias e reserva extrativista, onde tem como objetivo principal incentivar o empreendedorismo rural em nossa cidade, melhorando assim a renda familiar dos cidadãos contemplado até o momento. Um litro de mel chega ate a R$  180,00 (cento e oitenta reais).
Nesta semana está acontecendo uma formação aos indígenas na aldeia Centro Memorial, onde aprenderão a cultivar, produzir e manusear as abelhas em sua comunidade. 
Sábado dia 3, a representante da Secretaria Antônia Regina, esteve na aldeia conversando com os indígenas inscritos e repassando algumas informações a respeito do curso, dia 7, um técnico da secretaria de pequenos negócios veio de Rio Branco para fazer a entrega do material (colmeias).
Terça-feira, dia 13, há a possibilidade da vinda do governador Tião Viana para o encerramento do curso. Segundo a Regina após o curso na área indígena haverá também com os produtores inscritos das comunidades de Alagoas, Manaus, boa Vista, Duas Nações entre outras.
O intuito é fazer com que esses produtores possam futuramente está disponibilizando mel para a merenda escolar em todo o estado. Esse tem sido o objetivo do governo acreano.
Esperamos e torcemos para que tudo der certo e não seja apenas dinheiro gasto e conversa fiada. Pra falar a verdade, não estou com muita fé disso dar resultados nas aldeias.
 
 
 

Dilma tem 35% e Marina tem 26% das intenções de voto

A ascensão de Marina Silva na pesquisa Datafolha de intenção de voto foi comemorada de forma discreta pela Rede Sustentabilidade, partido que ela tenta montar.

A pesquisa divulgada neste sábado (10) mostrou que Marina está com 26% das intenções de voto na corrida presidencial, contra 23% verificados no levantamento anterior, feito no final de junho.
Para o coordenador executivo da entidade, Bazileu Margarido, os números mostram que Marina está “no caminho correto”.

“Mesmo depois das eleições [presidenciais de 2010], ela não ocupou nenhum cargo público de expressão, não teve visibilidade maior na sociedade. Depois de mais de dois anos, a sociedade ainda reconhece que as propostas colocadas por ela tiveram reverberação. É algo muito positivo”, disse.

Ele ponderou, contudo, que ainda há muitos desafios, entre eles, a própria criação formal do partido.
“A pesquisa eleitoral é um referencial importante, que deve ser considerado, mas nesse momento não estamos querendo antecipar qualquer consideração sobre uma eventual candidatura. Temos muitos desafios pela frente não só com relação à legislação eleitoral, que temos um caminho a percorrer, mas principalmente na mensagem que queremos levar para a sociedade”, afirmou.

O Datafolha testou sete cenários para a corrida eleitoral. Entre eles, o que é considerado hoje o mais provável inclui a presidente Dilma Rousseff, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB), o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) e Marina.

Nesse caso, Dilma tem 35% contra 30% das intenções de voto verificadas no levantamento anterior. Aécio oscilou de 17% para 13%. Campos variou de 7% para 8% e Marina, de 23% para 26%. Brancos, nulos, nenhum ou indecisos somam 18%. Nessa simulação, Dilma enfrentaria Marina Silva no segundo turno.

Tucanos tentaram minimizar a queda na intenção de votos em Aécio. Para o presidente do PSDB em Minas Gerais, o deputado federal Marcus Pestana, a variação é “absolutamente irrelevante neste momento”, já que o senador não está preocupado em fazer campanha, mas em fortalecer a estrutura do partido e conversar com potenciais aliados.

Ele ponderou que Marina Silva já disputou uma eleição nacional, o que facilita seu reconhecimento pelo eleitor, ao contrário de Aécio Neves e Eduardo Campos. “Você não manifesta intenção de voto em quem você não conhece”, disse.

Pestana atacou a precipitação do processo eleitoral, que, segundo ele, foi patrocinada pelo PT, pela presidente Dilma Rousseff e pelo ex-presidente Lula de forma “inusitada e atabalhoada”.
“A grosso modo, 25% dos eleitores escolhem o candidato apenas nos últimos 15 dias anteriores à eleição. Outros 50% somente no último mês. As pessoas estão cuidando da vida, tentando melhorar no emprego, cuidando dos filhos. Qualquer análise agora é precoce. A eleição só começará quando entrar a campanha na televisão e os debates”, afirmou.

Segundo ele, o que chama atenção é a posição de Dilma nas pesquisas, diante de sua grande exposição midiática.
“Dilma está no poder, ela espirra e é notícia. Ela usa 14 redes de rádio e frequenta o jornalismo diário de TV. É muito grave uma presidente que está todo dia em rede nacional ter esse placar eleitoral”, afirmou.
FONTE: www.ac24horas.com

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Sem-terra ameaçam invadir prefeitura de Tarauacá



Um grupo de invasores de uma área de terra do bairro Copacabana, em Tarauacá, está neste exato momento [14:00] em frente a prefeitura do município aguardando uma solução para uma possível reintegração de posse.

Por telefone, o jornalista José Carlos disse que o prefeito da cidade, Rodrigo Damasceno (PT), ordenou que fiscais da prefeitura, com o apoio da Polícia Militar realizasse a retirada dos invasores.
Segundo o jornalista, fiscais e militares não possuíam autorização judicial para realizar a reintegração de posse, mas mesmo assim os invasores foram ameaçados de prisão caso descumprisse a determinação do prefeito.

Revoltados, um grupo de posseiros seguiram em passeata até a frente da prefeitura e realizaram um protesto exigindo o direito a terra. Damasceno determinou que uma comissão fosse criada para atender os manifestantes. Neste momento Rodrigo Damasceno está reunido com a comissão enquanto o restante dos manifestantes aguardam uma decisão e ameaçam invadir a prefeitura xaso o prefeito não volte atrás de sua decisão de expulsá-los do terreno.

Imprensa é impedida de acompanhar reunião
Ainda de acordo com José Carlos, por determinação do prefeito a imprensa local foi impedida de acompanhar a reunião. O jornalista relatou que policiais militares e seguranças do Executivo municipal barraram a entrada dos profissionais de imprensa.

“É um absurdo que profissionais de imprensa tenha seus direitos desrespeitados e sejam impedidos de registrar a reunião. O que é que o senhor prefeito Rodrigo Damasceno tem a esconder do restante da população? Esse é o jeito petista de conduzir o executivo de Tarauacá”, disse José Carlos.
FONTE: http://www.ac24horas.com/2013/08/07/sem-terras-ameacam-invadir-prefeitura-de-tarauaca/

MEC vai dar bolsa a 100 mil alunos do ensino médio



O Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou nesta terça-feira (6), que o programa para estimular alunos do ensino médio a cursar licenciatura em ciências deve dar bolsas a 100 mil estudantes. "Estamos começando com 100 mil alunos do ensino médio. Vamos dar uma bolsa para estimular a vocação em ciências", disse ele, durante o Sala Mundo, evento de educação em Curitiba.


 As bolsas fazem parte dos esforços para fortalecer o ensino médio, cujo projeto final deve ser anunciado pelo MEC em breve. Segundo Mercadante, será oferecida uma bolsa de R$ 150 ao aluno interessado, além de um professor tutor para acompanhá-lo nos estudos. "Nós damos bolsas para o aluno que passa em Olimpíadas de Matemática quando ele vai para a universidade, mas não no ensino médio, e queremos começar a fazer isso. Vamos dar prioridade para criar uma massa crítica de professores no futuro." O País tem um déficit de professores nas áreas de exatas e biológicas.

Mercadante também falou sobre o programa Mais Educação. Segundo ele, a prioridade do programa, que destina verbas a escolas municipais, estaduais e federais para criação de jornada integral, será nas matérias de português, matemática e ciência durante as 7 horas diárias de aulas. "Não conseguiremos melhorar o nível de nossos alunos se nas horas a mais de escola oferecermos só esporte, cultura e lazer", afirmou.

Ele afirmou ainda que, apesar de 7,2 milhões de pessoas terem se inscrito no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), há apenas 1,2 milhão de vagas no ensino superior. "Esses 6 milhões que não puderem entrar nas universidades pelo Enem, poderão fazer o ensino técnico e por isso lançamos o SiSutec (um sistema de Seleção Unificada para cursos técnicos). As faculdades que tiverem um curso de ciência da computação, por exemplo, podem oferecer um curso técnico nessa área"

Defendendo o Enem, o ministro afirmou que a prova é hoje o "vestibular mais transparente do mundo". "Devolvemos todas as provas para fins pedagógicos, inclusive a redação. Praticamente todos os vestibulares do mundo não devolvem. Não há vestibular com a transparência que o Enem tem hoje", afirmou.


FONTE: http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=220536&id_secao=10

Jorge Viana está na lista dos 100 mais influentes no Congresso

O senador Jorge Viana (PT) foi escolhido um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional. A lista das “cabeças” do Parlamento foi anunciada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Pelo terceiro ano consecutivo, o nome dele aparece na lista dos principais “articuladores” do Legislativo. “Fico feliz pelo fato de meu mandato vem sendo bem avaliado”, comentou.

Os “cabeças” do Congresso são, na definição do DIAP, os parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais. “Entre os atributos que caracterizam um protagonista do processo legislativo, destacamos a capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações”, explica Antonio Augusto de Queiroz, coordenador do Diap. “Eles ficam em destaque pela facilidade de conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão”.

A lista do Diap inclui Jorge Viana entre os principais articuladores. “São parlamentares com excelente trânsito nas diversas correntes políticas, cuja facilidade de interpretar o pensamento da maioria os credencia a ordenar e criar as condições para o consenso”, aponta Queiroz. O senador petista se destaca nas matérias relativas ao meio ambiente e Amazônia.

De acordo com o Diap, o PT é a legenda com mais representantes na elite do Congresso, com 26 deputados e senadores. Em segundo lugar está o PMDB, com 16 congressistas. Em terceiro, o PSDB, com 12. A lista das 100 principais cabeças do Congresso está na 20ª edição. Além de Jorge Viana, também estão na lista os senadores petistas Walter Pinheiro (BA), José Pimentel (CE), Delcídio Amaral (MS), Humberto Costa (PE), Welington Dias (PI), Lindberg Farias (RJ), Paulo Paim (RS) e Eduardo Suplicy (SP).

FONTE: www.ac24horas.com

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Uruguai fica a um passo de legalizar maconha após aprovação dos deputados


Montevidéu, 31 jul (EFE).- O inovador projeto antidrogas impulsionado pelo presidente do Uruguai, José Mujica, que pretende legalizar a maconha e entregar o controle de sua circulação ao Estado, foi aprovada nesta quarta-feira pela Câmara dos Deputados e ficou a um passo de ser transformado em lei, faltando apenas um sinal verde do Senado.

Assim como ocorreu nos últimos meses com o aborto e o casamento homossexual, o bloco governista Frente Ampla (FA) conseguiu impor sua maioria parlamentar, embora tenha tido um pequeno susto de última hora por causa de um legislador, que confessou rejeitar a iniciativa, mas acabou votando a favor por lealdade a seu partido.

O projeto foi aprovado com 50 votos a favor - dos 96 totais - após uma sessão de 14 horas, iniciada as 10h locais e só encerrada por volta da meia-noite.
Apesar de ter finalmente apoiado o projeto governista, o deputado do FA que tinha ameaçado boicotar a votação, Darío Pérez, fez questão de exaltar sua inconformidade em torno do assunto:

'A maconha é uma mer.... É inimiga do estudante, do trabalhador e da vida. E o importante é que é uma mer... com ou sem lei', indicou.

No entanto, o deputado reconheceu que a proposta é um dos 'projetos mais impactantes da legislatura' de Mujica (2010-2015) e implica uma grande 'mudança de paradigma no tema das drogas'.
Seu correligionário Jorge Orrico lembrou que 'se o negócio da droga não for clandestino, não
funciona' e criticou a dupla moral de países como os Estados Unidos nesse campo: 'São os líderes no mundo na repressão contra este tipo de coisas, mas, dentro dos Estados Unidos, há 18 estados que liberaram a maconha - como o Colorado - para usos recreativos'.

Orrico ressaltou que 'a guerra contra as drogas não teve resultado algum e o consumo de drogas aumentou em todas as partes do mundo', até se transformar em um 'problema de saúde e de segurança pública'.
O deputado do Partido Nacional Gerardo Amarela opinou que, 'no melhor dos casos', a norma terá consequências sobre 12% do negócio do tráfico e lamentou que o país esteja 'passando uma mensagem confusa à sociedade'.

Sua correligionária Verónica Alonso opinou que 'viver com as drogas é um slogan pessimista e condenatório', enquanto o legislador do Partido Colorado Richard Sander defendeu que a lei 'vai contra o fim que persegue'.

Sander também questionou se essa aprovação 'não terminará sendo um argumento contra do país' no contencioso litígio internacional com a tabacaria Philip Morris, iniciado por causa de sua dura legislação contra o tabagismo.

Gustavo Borsari, também do Colorado, anunciou uma campanha de recolhimento de assinaturas para tentar convocar um referendo contra a lei, como o próprio Sander havia antecipado há dois dias.
Como prova da complexidade da questão, além do governista Darío Pérez, também houve deputados opositores que votaram contra a lei por obediência, mas eram a favor, como o colorado Aníbal Gloodtdofsky.

'Já é hora do Uruguai voltar a ser o país considerado como a Suíça da América, como era nos tempos do governo Batlle', afirmou o deputado em alusão ao ex-presidente José Batlle Ordóñez (1903-1907 e 1911-1915), tido como o pai do Uruguai moderno por suas iniciativas progressistas.

No Partido Independiente, o deputado Daniel Radío se uniu a essa tendência ao ressaltar que 'falar de drogas não é necessariamente falar de um problema', já que 'alguns consumos são problemáticos e outros não'. 'Não podemos deixar de experimentar novas formas para mudar esta situação', concluiu.

O debate foi acompanhado com expectativa pelas associações de consumidores de cannabis e partidários nos arredores e no interior do Parlamento, de onde foram expulsos após iniciarem uma explosiva comemoração com a confirmação da aprovação.

O envolvimento desses grupos contrastou com a passividade do resto da população nas ruas, apesar de uma pesquisa (da consultoria Número) ter revelado na última segunda-feira que 63% dos uruguaios estão contra o plano governamental e só 26% a favor.
De acordo com os dados da Junta Nacional de Drogas, 20% dos uruguaios com idades entre 15 e 65 anos já consumiu maconha alguma vez em sua vida.

A iniciativa, que não tem precedentes na América Latina e é vista com grande receio pela maioria dos países, também recebeu o apoio de personalidades, como o prêmio Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa, de vários ex-presidentes da região e, inclusive, do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, que a considera como algo que 'vale a pena testar'
Raúl Cortés.

Montevidéu, 31 jul (EFE).- O inovador projeto antidrogas impulsionado pelo presidente do Uruguai, José Mujica, que pretende legalizar a maconha e entregar o controle de sua circulação ao Estado, foi aprovada nesta quarta-feira pela Câmara dos Deputados e ficou a um passo de ser transformado em lei, faltando apenas um sinal verde do Senado.

Assim como ocorreu nos últimos meses com o aborto e o casamento homossexual, o bloco governista Frente Ampla (FA) conseguiu impor sua maioria parlamentar, embora tenha tido um pequeno susto de última hora por causa de um legislador, que confessou rejeitar a iniciativa, mas acabou votando a favor por lealdade a seu partido.

O projeto foi aprovado com 50 votos a favor - dos 96 totais - após uma sessão de 14 horas, iniciada as 10h locais e só encerrada por volta da meia-noite.
Apesar de ter finalmente apoiado o projeto governista, o deputado do FA que tinha ameaçado boicotar a votação, Darío Pérez, fez questão de exaltar sua inconformidade em torno do assunto: 'A maconha é uma mer.... É inimiga do estudante, do trabalhador e da vida. E o importante é que é uma mer... com ou sem lei', indicou.

No entanto, o deputado reconheceu que a proposta é um dos 'projetos mais impactantes da legislatura' de Mujica (2010-2015) e implica uma grande 'mudança de paradigma no tema das drogas'.
Seu correligionário Jorge Orrico lembrou que 'se o negócio da droga não for clandestino, não funciona' e criticou a dupla moral de países como os Estados Unidos nesse campo: 'São os líderes no mundo na repressão contra este tipo de coisas, mas, dentro dos Estados Unidos, há 18 estados que liberaram a maconha - como o Colorado - para usos recreativos'.

Orrico ressaltou que 'a guerra contra as drogas não teve resultado algum e o consumo de drogas aumentou em todas as partes do mundo', até se transformar em um 'problema de saúde e de segurança pública'.
O deputado do Partido Nacional Gerardo Amarela opinou que, 'no melhor dos casos', a norma terá consequências sobre 12% do negócio do tráfico e lamentou que o país esteja 'passando uma mensagem confusa à sociedade'.

Sua correligionária Verónica Alonso opinou que 'viver com as drogas é um slogan pessimista e condenatório', enquanto o legislador do Partido Colorado Richard Sander defendeu que a lei 'vai contra o fim que persegue'.
Sander também questionou se
 essa aprovação 'não terminará sendo um argumento contra do país' no contencioso litígio internacional com a tabacaria Philip Morris, iniciado por causa de sua dura legislação contra o tabagismo.

Gustavo Borsari, também do Colorado, anunciou uma campanha de recolhimento de assinaturas para tentar convocar um referendo contra a lei, como o próprio Sander havia antecipado há dois dias.
Como prova da complexidade da questão, além do governista Darío Pérez, também houve deputados opositores que votaram contra a lei por obediência, mas eram a favor, como o colorado Aníbal Gloodtdofsky.
'Já é hora do Uruguai voltar a ser o país considerado como a Suíça da América, como era nos tempos do governo Batlle', afirmou o deputado em alusão ao ex-presidente José Batlle Ordóñez (1903-1907 e 1911-1915), tido como o pai do Uruguai moderno por suas iniciativas progressistas.

No Partido Independiente, o deputado Daniel Radío se uniu a essa tendência ao ressaltar que 'falar de drogas não é necessariamente falar de um problema', já que 'alguns consumos são problemáticos e outros não'. 'Não podemos deixar de experimentar novas formas para mudar esta situação', concluiu.
O debate foi acompanhado com expectativa pelas associações de consumidores de cannabis e partidários nos arredores e no interior do Parlamento, de onde foram expulsos após iniciarem uma explosiva comemoração com a confirmação da aprovação.

O envolvimento desses grupos contrastou com a passividade do resto da população nas ruas, apesar de uma pesquisa (da consultoria Número) ter revelado na última segunda-feira que 63% dos uruguaios estão contra o plano governamental e só 26% a favor.
De acordo com os dados da Junta Nacional de Drogas, 20% dos uruguaios com idades entre 15 e 65 anos já consumiu maconha alguma vez em sua vida.

A iniciativa, que não tem precedentes na América Latina e é vista com grande receio pela maioria dos países, também recebeu o apoio de personalidades, como o prêmio Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa, de vários ex-presidentes da região e, inclusive, do secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, que a considera como algo que 'vale a pena testar'.

No entanto, para que seja transformado em lei, o projeto agora precisa ser aprovado no Senado, onde o FA também possui a maioria suficiente. Por conta deste fato, analistas estimam que essa inovadora lei poderia entrar em vigor antes do final do ano.

FONTE: http://t.noticias.br.msn.com/mundo/uruguai-fica-a-um-passo-de-legalizar-maconha-ap%c3%b3s-aprova%c3%a7%c3%a3o-dos-deputados

CEF assina termo para construção de moradias para produtores rurais

Na noite desta quarta-feira (1), a Caixa Econômica Federal (CEF) assinou, na Expoacre, um termo de parceria que garante a construção de 111 moradias para produtores rurais no Acre. Para o governador Sebastião Viana (PT) a medida vai dar mais qualidade de vida às pessoas que moram na zona rural.

“Quero agradecer à Caixa que representa a presidenta Dilma. Sei o que significa essas moradias para nossos trabalhadores rurais. Vamos mudar a visão de qualidade habitacional quando a Caixa tiver concluído a construção dessas moradias do Acre”, disse.

Já o superintende da Caixa, Anacleto Grosbelli, explicou que as casas são do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) que faz parte do programa Minha Casa, Minha Vida. A parceria para a construção das casas foi firmada com associações de produtores rurais das comunidades de Envira, em Feijó; Dom Moacyr do Bujari; Vila Campinas, Maloca, Esperança e Triunfo de Plácido de Castro.

Serão investidos cerca de R$ 3,5 milhões. Somente em 2013 a Caixa viabilizou, em todo o Acre, 411 unidades habitacionais pelo PNHR.

FONTE: www.ac24horas.com